039B ) - TRANSFERÊNCIAS DE MIDIAS
PARTICIPANTE DE GRUPO 2
Jair, Mário Jorge, Roberto e Richard
Cores dos Componentes do Grupo 2:
Jair = Azul
Roberto = Vermelho
Richard = Preto
Mario Jorge = Verde
Observação: O verde não compareceu na apresentação do dia 19 de maio de 2014, por motivo justificado
Foto > 19/05 = Dia da apresentação do trabalho em classe (André, Jair e Richard)
O aluno Radialista-Locutor, Mario Jorge, esteve presente na aula do dia 14;05/2014, que ajudou no planejamento da apresentação, nas pesquisas e discusões em grupo, porém não esteve presente na apresentação do dia 19 de maio de 2014, que seria a fala da cor verde, mas suprida pelos demais presentes no dia da apresentação. Mário Jorge, nos mandou um comunicado através do e-mail contas dos alunos, dizendo da sua impossibilidade de estar presente na aula de apresentação do trabalho, por motivo de afazeres profissionais.
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AULA 14 DE MAIO DE 2014
I ) - Primeira Parte
Pesquisas, Escolha dos Temas, Desenvolvimento, Discuções, Debates e Conclusão
As pesquisas foram individuais e após a breve opinião individual dos componentes, coube de consenso a escolha do tema, que foi: O conto infantil de João e Maria.
Dia 14-05-2014, Professor Daniel Rogéro, fez trabalho em equipe, para desenvolver as Transferências de Mídias. Coube nós do grupo formado por Jair, Richard, Mario Sergio e Roberto, escolher por uma opção de mídia feita em filme, livro, contos, etc. A nossa opção foi a escolha da História infantil João e Maria e suas diversas formas de ser apresentada, da original escrita por Hansel e Grete, para as versões, semelhanças, como João e Maria: Caçadores de Bruxas e a verdade sobre os Contos de Fadas – João e Maria.
Desenvolvimento, discusões e debates em grupo
Com um tempo de 40 minutos, nós do grupo, hoje 19/05/2014, formado por Jair, Roberto e Richard, menos o Mário Jorge, que por motivo justificado por e-mail; montamos o trema proposto para apresentação em classe, na segunda parte da aula que seria no dia 19 de maio de 2014.
AULA 19 DE MAIO DE 2014
II ) - Apresentação para a Classe nossa Escolha e Conclusão
Nota: A foto aqui apresentada, é do grupo de trabalho, identificado pelas cores: vermelho, azul e preta, que significa as falas durante a apresentação do tema proposto pelo professor Daniel Rogéro.
Apresentação.
Fomos o segundo grupo a apresentar o tema, e ficou assim:
André - Nosso grupo vai falar sobre as histórias clássicas. Nosso grupo composto pelo Jair, André, Richard e Mário Sergio, que esta ausente, vai falar sobre as histórias clássicas. contos de fadas, que a gente escolheu especifico, que é João e Maria. A gente vai falar como essas histórias começaram, como a gente lembra delas e como essas histórias estão hoje na mídia audiovisual. Jair vai começar falando sobre a lembrança que ele tgem sobre essas histórias ai, nos livros e nos discos.
Jair - A história original de João e Maria, nasceu em livro, nasceu no livro, mas talvérs seja contada oralmente passada de um para olutro, um para outras pessoas e com o passar do tempo, houve uma gravação em vinil, com os mesmos teores da história primitiva, apenas acrescida com efeitos especiais e fundo musical, enquanto o narrador fazia com o desenrolar do texto.A vantagem do livro para o vinil é o seguinte: O livro a gente podia carregar para qualquer lugar, estava disponível e conto da história naquele momento. A desvantagem do livro: É que ele ocupava muito espaço, era pesado, tinha que conserva-lo, o livro; conservação, não dar na mão de qualquer um, tinha que ser do contador da história mesmo, o que fazia a leitura e sabia que era propriedade dela, então tinha que convervar o livro. A desvantagem do vinil: A gente tinha que ter cuidado para não risca-lo aquela bolachona, guardar e saber manusear, ter a tal eletrola, aquele tempo existia a eletrolinha lá e não adianta ter, dependendo do lugar que a gente levava, a gente tinha que ter energia elétrica ou a bateria, para fazer funcionar, tocar o disco. A vantagem do vinil, era de ser prático, força do poder imaginário do contador de história e acrescentar mais alguma coisa no desenrolar da cena, através do áudio. É só isso ai.
Richard - Logo depois que a gente abordou aqui, foi o desenho animado na tv. Desenho animado é uma história com desenhos simples, de forma que a criança ficasse presa a ela. A vantagem dela ser passada para desenho, é a tecnologia da iimagem, destacando detalhes que na narração você não via. Por exemplo, os doces, a bruxa, a casa de doce e a desvantagem é que sua imaginação fica limitada a história que você assiste entre o livro que você lê e você imagina de sua forma como era a bruxa, como era a floresta, como era as crianças e é isso ai.
Jair - A gente pintava o quadro, fazia a imaginação e nesta história de João e Maria, uma curiosidade é que no inicio da carreira de Roberto Carlos, ele também fez um vinil, contando esta mesma história e dai uns dois ou três anos, ele fez a primeira gravação, que se chamava João e Maria.
Participação do Prof. Daniel Rogéro:
Questionamento - Nessa transmissão de mídia, de uma pra outra, qual o destaque que vocês dão de uma pra outra, que vocês descreveram. O que vocês acham de destaque de cada uma.
Jair - Olha a história nos dias de hoje, eu acho que as crianças não param mais para escutar. O negócio dela é imagem, movimento e a história é antiga e não existe mais este negócio de bruxas, prender a criança na gaiolinha, só que também existia uma história de "sacanagem" nesta história ai, eles também aprenderam a também mentir, eles enganavam a própria bruxa, mostrando um rabinho de largatixa, então já era uma coisa, maldade, e falava para as crianças, incentiva-las a mentir e enganar os outros.
Andre - Bom, então como o Jair falou n é, dessa histórias clássicas quando o livro, ela tinha avantagem da criança colorir a sua imaginação, tendo um bom contador de história, então tinha esta vantagem, já na mídia na televisão, esta história, era mais mastigada e a própria criança podia consumir sozinha, sem precisar de alguém para ir contando, mas tendo o desenho, era tudo já pronto para a criança, como era caracterizado uma bruxa, caracterizada a casa da bruxa, o próprio Joãozinho, a própria Maria e esse tipo de história, na verdade é conto todo conto de fada, era um tipo de história, para passar uma lição de moral para as crianças, não deveriam sair de casa, falar com estranhos este tipo de coisa. Já nas mídias atuais, que a gente estava discutindo, a história, não tem tido espaço mais, né, até por um certo preconceito dessas histórias clássicas, e atualmente estas histórias não tem mais espaços na mídia, nem nos desenhos tradicionais já, e nem mesmo como cinema. Atualmente esta história de João e Maria, foi filmada de um filme de ação, mas que não tem o mesmo público das histórias infantis, é uma história de ação, que realmente só tem o nome, né, e que foi direcionada para o público juvenil, na mesma linha de Nows Heus, histórias de monstros, cidades dos anjos, este tipo de história, só que pegaram o imaginário da criança que cresceu ouvindo essas histórias, que era o mesmo nome, só transformaram em uma história de ação, com público juvenil. Hoje em dia, a gente acredita que este tipo de história infantil, pro público infantil e querendo passar mensagem de aprendizado para eles, não tem encontrado tanto espaço na mídia, por isso eu acho que este tipo de história, tende a morrer no futuro muito próximo.
Jair - A mídia DVD que tem esta história, não tem imagem, não tem eventos, sons, essas coisas, também peca por uma coisa, falta calor humano é diferente da pessoa que esta com o livro na mão, contando a história, envolvendo as crianças, o rádio fez isso, aqui em Piracicaba mesmo, tinha um programa de rádio, na Rádio Educadora, que se chama Programa do Vovô Simões, eram todos os sábados, das nove ao meio dia, onde contava estas historinhas, de branca de neve, chapeuzinho vermelho e o auditório, era de 500 pessoas e lotava de gente, tinha até uma pessoa que ainda esta no rádio piracicabano, que era um tipo de babá das crianças, para não cair das cadeiras. O nome dele é Titio Luiz, o Luiz Cópoli.
André - Como o Jair estava falando, na época de ouro de rádio, tinham essas histórias e contos de fadas, eram um dos produtos divulgado no rádio, como rádio novelas entre outras coisas. Hoje em dia, eu pelo menos não conheço nenhuma rádio que transmite este tipo de história, voltada para o público infantil, que provalvelmente nem escuta mais rádio.
Richard - É como a gente estava falando, com muitas linguagem, tecnologia, a história lá no inicio, as crianças jogando pão. Hoje uma criança de oito anos, sabe até pegar o GPS, celular e coisa e tal. Então a história hoje, perde muito a identidade dela e acaba perdendo o foco, assim como o André falou, hoje a gente tem o filme, bem dizer, só usa o nome, muda completamente o contexto er completamente diferente, então, infelizmente é uma história que esta acabando, né? e nem sabe do que se trata.
Intervenção do Prof. Daniel Rogéro: Alguém tem alguma pergunta?
É uma história, que maior que seja, essa esta atualizada?
Jair => Esquecimento, vai acabar);
André => Esses desenhos clássicos do Walt Disney, uma grande produção com histórias clássicas como histórias clássicas, que tenha despertado grande interesse da massa.
Richard => Pode até vir com o nome, mas não com a identidade que tem a história no inicial.
Intervenção do Prof. Daniel Rogéro: O que vocês acham que é grande culpado disso tudo?
André - Culpado, acho que é a massificação, que nem o Jair falou que tinha colorido, na história contada, né, na história do desenho animado, revisão, acho que não, a criança duas vezes que assistiu o desenho, não tem mais interesse.
Prof. Daniel Rogéro:
Parabéns, gente.
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CRITICO DE ARTE:
A crítica aqui citada a baixo, refere-se a uma pesquisa feita pela internet, e JBS, deixou sua crítica em uma página do UOL, na época da exibição do filme “João e Maria: Caçadores de Bruxas”
"Era uma questão de tempo até que alguém resolvesse fazer uma versão (mais ou menos) para adultos da fábula de “João e Maria”, cujo formato mais conhecido é o escrito pelos irmãos Grimm. Então, não é de todo mal que quem tenha resolvido fazer essa versão tenha sido o norueguês Tommy Wirkola. Afinal de contas, a brincadeira aqui é simplesmente usar a fábula como mote para um monte de cenas de ação malucas".
SEQUENCIA:
Abaixo segue material alvo de pesquisa para a formulação do trabalho em classe.
Eu, PALMA NETTO, para a Rádio SENAC
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SUBSÍDIOS PARA PESQUISAS:
João e Maria investe em uma estética de terror para atrair novos e antigos e fãs, mas peca pelo excesso de clichês.
Mesmo que não assistisse a muitos filmes na infância, visto que meus pais nunca me incentivaram a seguir com frequência o cinema, creio que durante esta fase da minha vida pude acompanhar muitos dos desenhos que passavam pela manhã, como Tom e Jerry, Dragon Ball Z, Pica-pau, e claro, um dos mais “cultuados” de todos, Power Rangers. Lembro-me que adorava os super-heróis, e achava aquelas suas batalhas finais em que eles destruíam a cidade no fim de cada episódio, o máximo.
Também filmes na televisão como Combate, Jambo e Ruivão, Shasan & Cherife, Cirquinho do Arrelia, Luta livre com Tedy Boy Marino, Fantomas, Fantamas, Aquiles, Hercules, Russo, Mascara, El Trigue e muitos outros, tudo narrado pelo Edson Bolinha Cury.
Mas voltando ao assunto de João e Maria:
A Verdade sobre os Contos de Fadas – João e Maria
Faz um tempo que eu fui em um Clube do Livro que falava sobre as histórias verdadeiras dos Contos de Fadas, desde aquele dia eu fiquei com vontade de falar aqui sobre os Contos de Fadas, as histórias originais e depois de muita pesquisa, eu consegui achar material suficiente para escrever aqui, vamos começar com João e Maria.
João e Maria
Quando falo de João e Maria eu me lembro de um filme que eu via quando tinha uns 9 anos e já o achava assustador por si, imagina agora ao saber que aquela versão era ainda mais bonitinha que a versão original, eu realmente agradeço a Hansel e Gretel por terem floreado a versão francesa, que no original se chamava “The Lost Children” – “As Crianças Perdidas”.
A versão de Hansel e Gretel tem duas linhas de pensamentos, li em uma versão mais atual que as crianças se perderam, mas no filme que eu via, se eu não me engano, os pais as expulsaram de casa, entregando-as a própria sorte para morrer de fome.
Eu dei uma pesquisada na versão francesa e encontrei algumas versões diferentes para a história, em uma delas a madrasta má pressiona o marido a largar seus filhos na floresta, coincidentemente essa madrasta é também a bruxa malvada. A outra versão é a mãe mesmo e ao invés de uma bruxa malvada, temos um casal de demônios.
Ao invés de uma casa feita de doces, João e Maria encontram na verdade uma casa repleta de riquezas, a história continua normal, como conhecemos, as crianças são pegas, escravizadas por um tempo até o ponto para serem comidos.
No dia que eles seriam cozinhados, o demônio sai, algumas versões dizem que é para uma caminhada, em outras que ele foi buscar outros temperos, a demônia resolve então adiantar a refeição e pede para Maria colocar João no cavalete, em outras versões é dentro da panela, os dois fingem não saber como é para fazer e a demônia burra pra caramba, vai mostrar para eles como se faz, subindo no lugar, João e Maria, que diferente da demônia, não são burros, pegam a demônia e a amarram, rapidamente cortando a garganta dela, fugindo depois levando o dinheiro e a carroça do casal de demônios.
O que podemos aprender com esse conto? Seja mais inteligente que o casal de demônios? Sério, o que os pais queriam que seus filhos aprendessem? Que a qualquer momento eles podem coloca-los para fora de casa então aproveitem enquanto ainda comem e moram debaixo do teto deles? Que os homens são uns frouxos, principalmente os maridos, pois em uma das versões a madrasta tinha convencido o seu marido a largar os filhos pequenos pela floresta a própria sorte, é por isso que ninguém devia gostar das madrasta, imagino o pai falando “Meu filho, sua mãe já morreu a alguns anos, resolvi me casar de novo, vou te apresentar a sua madrasta.” se eu fosse criada escutando essas historias e meu pai falasse isso comigo, eu juro que começaria a chorar na mesma hora, me perguntando o que fiz de errado.
Uma nova versão:
João e Maria- Nova versão
Eram uma vez duas crianças, um se chamava João, e a outra Maria: João era um menino calmo, gostava de música, de brincar ao ar livre, e preferia um sanduiche natural no lugar de uma pizza. Maria era uma menina levada, muito bagunceira que gostava de TV, jogos de videogame, computadores e prefere mil vezes pizza, no lugar de um sanduiche natural.
Em um belo dia de Sol, resolveram fugir para a floresta em busca de grandes aventuras... Então fugiram, para não se perderem jogaram latinhas de refrigerante pelo caminho. Mas, eles não sabiam que uma vez a cada dois meses a prefeitura mandava dois funcionarios limparem a floresta, e foi jutamente naquele dia que ocorreu a limpeza. Na hora de voltar, estavam muito decepcionados, pois não acharam nenhuma aventura, perceberam que as latinhas não estavam, mas lá. Ficaram desesperados! Quanto mais andavam, mais perdidos ficavam.
Então, depois de andar muito, acharam uma casinha. Maria bateu na porta, um moço abriu a porta disse para eles entrarem. Maria pediu que ela esperasse só um pouco. A menina cochichou baixinho no ouvido do irmão: “Não gostei nada, nada dele... Você já o viu em algum lugar?”. João pensou um pouco. Depois disse a ela que já tinha o visto em alguns cartazes de procurado na cidade,e que os cartazes diziam que ele havia roubado uma joalheria na cidade.
Maria então lembrou-se que havia pegado o antigo celular do pai para o caso de se perderem, tentou ligar para a polícia, só que ali não havia sinal. Começou a ficar desesperada. Afastou-se rapidamente da casa a procura de sinal. O homem voltou a pedir que eles entrassem. Foi então que ele percebeu que as crianças não estavam mas lá. Suspeitou que eles pudessem ter descoberto que ele estava ali pra se esconder.
Bem longe dali a menina coseguiu sinal e ligou para a polícia que chegou ao local mai hora depois e prendeu o bandido
Eles voltaram para a casa e continuaram a vida normalmente, mas nunca se esqueceram daquela grande aventura.
"João e Maria: Caçadores de Bruxas" tenta fazer da fábula um filme de horror
Gemma Arteton e Jeremy Renner fazem a dupla de irmãos
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PARTICIPANTE DE GRUPO 2
Jair, Mário Jorge, Roberto e Richard
Cores dos Componentes do Grupo 2:
Jair = Azul
Roberto = Vermelho
Richard = Preto
Mario Jorge = Verde
Observação: O verde não compareceu na apresentação do dia 19 de maio de 2014, por motivo justificado
Foto > 19/05 = Dia da apresentação do trabalho em classe (André, Jair e Richard)
Mário Jorge, ausente, mas justificou
O aluno Radialista-Locutor, Mario Jorge, esteve presente na aula do dia 14;05/2014, que ajudou no planejamento da apresentação, nas pesquisas e discusões em grupo, porém não esteve presente na apresentação do dia 19 de maio de 2014, que seria a fala da cor verde, mas suprida pelos demais presentes no dia da apresentação. Mário Jorge, nos mandou um comunicado através do e-mail contas dos alunos, dizendo da sua impossibilidade de estar presente na aula de apresentação do trabalho, por motivo de afazeres profissionais.
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AULA 14 DE MAIO DE 2014
I ) - Primeira Parte
Pesquisas, Escolha dos Temas, Desenvolvimento, Discuções, Debates e Conclusão
As pesquisas foram individuais e após a breve opinião individual dos componentes, coube de consenso a escolha do tema, que foi: O conto infantil de João e Maria.
Dia 14-05-2014, Professor Daniel Rogéro, fez trabalho em equipe, para desenvolver as Transferências de Mídias. Coube nós do grupo formado por Jair, Richard, Mario Sergio e Roberto, escolher por uma opção de mídia feita em filme, livro, contos, etc. A nossa opção foi a escolha da História infantil João e Maria e suas diversas formas de ser apresentada, da original escrita por Hansel e Grete, para as versões, semelhanças, como João e Maria: Caçadores de Bruxas e a verdade sobre os Contos de Fadas – João e Maria.
Desenvolvimento, discusões e debates em grupo
Com um tempo de 40 minutos, nós do grupo, hoje 19/05/2014, formado por Jair, Roberto e Richard, menos o Mário Jorge, que por motivo justificado por e-mail; montamos o trema proposto para apresentação em classe, na segunda parte da aula que seria no dia 19 de maio de 2014.
AULA 19 DE MAIO DE 2014
II ) - Apresentação para a Classe nossa Escolha e Conclusão
Nota: A foto aqui apresentada, é do grupo de trabalho, identificado pelas cores: vermelho, azul e preta, que significa as falas durante a apresentação do tema proposto pelo professor Daniel Rogéro.
Apresentação.
Fomos o segundo grupo a apresentar o tema, e ficou assim:
áudio da apresentação
Jair - A história original de João e Maria, nasceu em livro, nasceu no livro, mas talvérs seja contada oralmente passada de um para olutro, um para outras pessoas e com o passar do tempo, houve uma gravação em vinil, com os mesmos teores da história primitiva, apenas acrescida com efeitos especiais e fundo musical, enquanto o narrador fazia com o desenrolar do texto.A vantagem do livro para o vinil é o seguinte: O livro a gente podia carregar para qualquer lugar, estava disponível e conto da história naquele momento. A desvantagem do livro: É que ele ocupava muito espaço, era pesado, tinha que conserva-lo, o livro; conservação, não dar na mão de qualquer um, tinha que ser do contador da história mesmo, o que fazia a leitura e sabia que era propriedade dela, então tinha que convervar o livro. A desvantagem do vinil: A gente tinha que ter cuidado para não risca-lo aquela bolachona, guardar e saber manusear, ter a tal eletrola, aquele tempo existia a eletrolinha lá e não adianta ter, dependendo do lugar que a gente levava, a gente tinha que ter energia elétrica ou a bateria, para fazer funcionar, tocar o disco. A vantagem do vinil, era de ser prático, força do poder imaginário do contador de história e acrescentar mais alguma coisa no desenrolar da cena, através do áudio. É só isso ai.
Richard - Logo depois que a gente abordou aqui, foi o desenho animado na tv. Desenho animado é uma história com desenhos simples, de forma que a criança ficasse presa a ela. A vantagem dela ser passada para desenho, é a tecnologia da iimagem, destacando detalhes que na narração você não via. Por exemplo, os doces, a bruxa, a casa de doce e a desvantagem é que sua imaginação fica limitada a história que você assiste entre o livro que você lê e você imagina de sua forma como era a bruxa, como era a floresta, como era as crianças e é isso ai.
Jair - A gente pintava o quadro, fazia a imaginação e nesta história de João e Maria, uma curiosidade é que no inicio da carreira de Roberto Carlos, ele também fez um vinil, contando esta mesma história e dai uns dois ou três anos, ele fez a primeira gravação, que se chamava João e Maria.
Participação do Prof. Daniel Rogéro:
Questionamento - Nessa transmissão de mídia, de uma pra outra, qual o destaque que vocês dão de uma pra outra, que vocês descreveram. O que vocês acham de destaque de cada uma.
Jair - Olha a história nos dias de hoje, eu acho que as crianças não param mais para escutar. O negócio dela é imagem, movimento e a história é antiga e não existe mais este negócio de bruxas, prender a criança na gaiolinha, só que também existia uma história de "sacanagem" nesta história ai, eles também aprenderam a também mentir, eles enganavam a própria bruxa, mostrando um rabinho de largatixa, então já era uma coisa, maldade, e falava para as crianças, incentiva-las a mentir e enganar os outros.
Andre - Bom, então como o Jair falou n é, dessa histórias clássicas quando o livro, ela tinha avantagem da criança colorir a sua imaginação, tendo um bom contador de história, então tinha esta vantagem, já na mídia na televisão, esta história, era mais mastigada e a própria criança podia consumir sozinha, sem precisar de alguém para ir contando, mas tendo o desenho, era tudo já pronto para a criança, como era caracterizado uma bruxa, caracterizada a casa da bruxa, o próprio Joãozinho, a própria Maria e esse tipo de história, na verdade é conto todo conto de fada, era um tipo de história, para passar uma lição de moral para as crianças, não deveriam sair de casa, falar com estranhos este tipo de coisa. Já nas mídias atuais, que a gente estava discutindo, a história, não tem tido espaço mais, né, até por um certo preconceito dessas histórias clássicas, e atualmente estas histórias não tem mais espaços na mídia, nem nos desenhos tradicionais já, e nem mesmo como cinema. Atualmente esta história de João e Maria, foi filmada de um filme de ação, mas que não tem o mesmo público das histórias infantis, é uma história de ação, que realmente só tem o nome, né, e que foi direcionada para o público juvenil, na mesma linha de Nows Heus, histórias de monstros, cidades dos anjos, este tipo de história, só que pegaram o imaginário da criança que cresceu ouvindo essas histórias, que era o mesmo nome, só transformaram em uma história de ação, com público juvenil. Hoje em dia, a gente acredita que este tipo de história infantil, pro público infantil e querendo passar mensagem de aprendizado para eles, não tem encontrado tanto espaço na mídia, por isso eu acho que este tipo de história, tende a morrer no futuro muito próximo.
Jair - A mídia DVD que tem esta história, não tem imagem, não tem eventos, sons, essas coisas, também peca por uma coisa, falta calor humano é diferente da pessoa que esta com o livro na mão, contando a história, envolvendo as crianças, o rádio fez isso, aqui em Piracicaba mesmo, tinha um programa de rádio, na Rádio Educadora, que se chama Programa do Vovô Simões, eram todos os sábados, das nove ao meio dia, onde contava estas historinhas, de branca de neve, chapeuzinho vermelho e o auditório, era de 500 pessoas e lotava de gente, tinha até uma pessoa que ainda esta no rádio piracicabano, que era um tipo de babá das crianças, para não cair das cadeiras. O nome dele é Titio Luiz, o Luiz Cópoli.
André - Como o Jair estava falando, na época de ouro de rádio, tinham essas histórias e contos de fadas, eram um dos produtos divulgado no rádio, como rádio novelas entre outras coisas. Hoje em dia, eu pelo menos não conheço nenhuma rádio que transmite este tipo de história, voltada para o público infantil, que provalvelmente nem escuta mais rádio.
Richard - É como a gente estava falando, com muitas linguagem, tecnologia, a história lá no inicio, as crianças jogando pão. Hoje uma criança de oito anos, sabe até pegar o GPS, celular e coisa e tal. Então a história hoje, perde muito a identidade dela e acaba perdendo o foco, assim como o André falou, hoje a gente tem o filme, bem dizer, só usa o nome, muda completamente o contexto er completamente diferente, então, infelizmente é uma história que esta acabando, né? e nem sabe do que se trata.
Intervenção do Prof. Daniel Rogéro: Alguém tem alguma pergunta?
É uma história, que maior que seja, essa esta atualizada?
Jair => Esquecimento, vai acabar);
André => Esses desenhos clássicos do Walt Disney, uma grande produção com histórias clássicas como histórias clássicas, que tenha despertado grande interesse da massa.
Richard => Pode até vir com o nome, mas não com a identidade que tem a história no inicial.
Intervenção do Prof. Daniel Rogéro: O que vocês acham que é grande culpado disso tudo?
André - Culpado, acho que é a massificação, que nem o Jair falou que tinha colorido, na história contada, né, na história do desenho animado, revisão, acho que não, a criança duas vezes que assistiu o desenho, não tem mais interesse.
Prof. Daniel Rogéro:
Parabéns, gente.
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CRITICO DE ARTE:
A crítica aqui citada a baixo, refere-se a uma pesquisa feita pela internet, e JBS, deixou sua crítica em uma página do UOL, na época da exibição do filme “João e Maria: Caçadores de Bruxas”
"Era uma questão de tempo até que alguém resolvesse fazer uma versão (mais ou menos) para adultos da fábula de “João e Maria”, cujo formato mais conhecido é o escrito pelos irmãos Grimm. Então, não é de todo mal que quem tenha resolvido fazer essa versão tenha sido o norueguês Tommy Wirkola. Afinal de contas, a brincadeira aqui é simplesmente usar a fábula como mote para um monte de cenas de ação malucas".
SEQUENCIA:
Abaixo segue material alvo de pesquisa para a formulação do trabalho em classe.
Eu, PALMA NETTO, para a Rádio SENAC
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SUBSÍDIOS PARA PESQUISAS:
João e Maria investe em uma estética de terror para atrair novos e antigos e fãs, mas peca pelo excesso de clichês.
Mesmo que não assistisse a muitos filmes na infância, visto que meus pais nunca me incentivaram a seguir com frequência o cinema, creio que durante esta fase da minha vida pude acompanhar muitos dos desenhos que passavam pela manhã, como Tom e Jerry, Dragon Ball Z, Pica-pau, e claro, um dos mais “cultuados” de todos, Power Rangers. Lembro-me que adorava os super-heróis, e achava aquelas suas batalhas finais em que eles destruíam a cidade no fim de cada episódio, o máximo.
Também filmes na televisão como Combate, Jambo e Ruivão, Shasan & Cherife, Cirquinho do Arrelia, Luta livre com Tedy Boy Marino, Fantomas, Fantamas, Aquiles, Hercules, Russo, Mascara, El Trigue e muitos outros, tudo narrado pelo Edson Bolinha Cury.
Mas voltando ao assunto de João e Maria:
A Verdade sobre os Contos de Fadas – João e Maria
Faz um tempo que eu fui em um Clube do Livro que falava sobre as histórias verdadeiras dos Contos de Fadas, desde aquele dia eu fiquei com vontade de falar aqui sobre os Contos de Fadas, as histórias originais e depois de muita pesquisa, eu consegui achar material suficiente para escrever aqui, vamos começar com João e Maria.
João e Maria
Quando falo de João e Maria eu me lembro de um filme que eu via quando tinha uns 9 anos e já o achava assustador por si, imagina agora ao saber que aquela versão era ainda mais bonitinha que a versão original, eu realmente agradeço a Hansel e Gretel por terem floreado a versão francesa, que no original se chamava “The Lost Children” – “As Crianças Perdidas”.
A versão de Hansel e Gretel tem duas linhas de pensamentos, li em uma versão mais atual que as crianças se perderam, mas no filme que eu via, se eu não me engano, os pais as expulsaram de casa, entregando-as a própria sorte para morrer de fome.
Eu dei uma pesquisada na versão francesa e encontrei algumas versões diferentes para a história, em uma delas a madrasta má pressiona o marido a largar seus filhos na floresta, coincidentemente essa madrasta é também a bruxa malvada. A outra versão é a mãe mesmo e ao invés de uma bruxa malvada, temos um casal de demônios.
Ao invés de uma casa feita de doces, João e Maria encontram na verdade uma casa repleta de riquezas, a história continua normal, como conhecemos, as crianças são pegas, escravizadas por um tempo até o ponto para serem comidos.
No dia que eles seriam cozinhados, o demônio sai, algumas versões dizem que é para uma caminhada, em outras que ele foi buscar outros temperos, a demônia resolve então adiantar a refeição e pede para Maria colocar João no cavalete, em outras versões é dentro da panela, os dois fingem não saber como é para fazer e a demônia burra pra caramba, vai mostrar para eles como se faz, subindo no lugar, João e Maria, que diferente da demônia, não são burros, pegam a demônia e a amarram, rapidamente cortando a garganta dela, fugindo depois levando o dinheiro e a carroça do casal de demônios.
O que podemos aprender com esse conto? Seja mais inteligente que o casal de demônios? Sério, o que os pais queriam que seus filhos aprendessem? Que a qualquer momento eles podem coloca-los para fora de casa então aproveitem enquanto ainda comem e moram debaixo do teto deles? Que os homens são uns frouxos, principalmente os maridos, pois em uma das versões a madrasta tinha convencido o seu marido a largar os filhos pequenos pela floresta a própria sorte, é por isso que ninguém devia gostar das madrasta, imagino o pai falando “Meu filho, sua mãe já morreu a alguns anos, resolvi me casar de novo, vou te apresentar a sua madrasta.” se eu fosse criada escutando essas historias e meu pai falasse isso comigo, eu juro que começaria a chorar na mesma hora, me perguntando o que fiz de errado.
Uma nova versão:
João e Maria- Nova versão
Eram uma vez duas crianças, um se chamava João, e a outra Maria: João era um menino calmo, gostava de música, de brincar ao ar livre, e preferia um sanduiche natural no lugar de uma pizza. Maria era uma menina levada, muito bagunceira que gostava de TV, jogos de videogame, computadores e prefere mil vezes pizza, no lugar de um sanduiche natural.
Em um belo dia de Sol, resolveram fugir para a floresta em busca de grandes aventuras... Então fugiram, para não se perderem jogaram latinhas de refrigerante pelo caminho. Mas, eles não sabiam que uma vez a cada dois meses a prefeitura mandava dois funcionarios limparem a floresta, e foi jutamente naquele dia que ocorreu a limpeza. Na hora de voltar, estavam muito decepcionados, pois não acharam nenhuma aventura, perceberam que as latinhas não estavam, mas lá. Ficaram desesperados! Quanto mais andavam, mais perdidos ficavam.
Então, depois de andar muito, acharam uma casinha. Maria bateu na porta, um moço abriu a porta disse para eles entrarem. Maria pediu que ela esperasse só um pouco. A menina cochichou baixinho no ouvido do irmão: “Não gostei nada, nada dele... Você já o viu em algum lugar?”. João pensou um pouco. Depois disse a ela que já tinha o visto em alguns cartazes de procurado na cidade,e que os cartazes diziam que ele havia roubado uma joalheria na cidade.
Maria então lembrou-se que havia pegado o antigo celular do pai para o caso de se perderem, tentou ligar para a polícia, só que ali não havia sinal. Começou a ficar desesperada. Afastou-se rapidamente da casa a procura de sinal. O homem voltou a pedir que eles entrassem. Foi então que ele percebeu que as crianças não estavam mas lá. Suspeitou que eles pudessem ter descoberto que ele estava ali pra se esconder.
Bem longe dali a menina coseguiu sinal e ligou para a polícia que chegou ao local mai hora depois e prendeu o bandido
Eles voltaram para a casa e continuaram a vida normalmente, mas nunca se esqueceram daquela grande aventura.
"João e Maria: Caçadores de Bruxas" tenta fazer da fábula um filme de horror
Gemma Arteton e Jeremy Renner fazem a dupla de irmãos
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