QUEM SOU EU
Biografia Autorizada por Jair de Souza Palma – Autor: O próprio
NASCIMENTO
Eu vindo ao mundo no dia 30 de setembro do ano de 1950. Era um sábado de primavera. O dia estava com céu de brigadeiro. A temperatura girava em torno dos 27 graus. Nasci em casa, na Av. Barão de Valença, próximo ao numero 395 (Barão de Valença foi o avô paterno do Barão de Rezende, que se chamava Luiz Estevam de Souza Rezende).
Neste dia 30 de setembro, Piracicaba (SP) recebia um político de renome nacional, Sr. Ademar Pereira de Barros, que pretendia se eleger para o Congresso Nacional e na Vila Rezende, todos os carros do único ponto taxi estava ocupado. Ônibus, só tinha um, que fazia a Laminação do Dedini ao centro da cidade. O seu itinerário era: Av. Primeiro de Agosto, Av. Rui Barbosa, ponte do Mirante, Av. Armando Salles de Oliveira, Rua XV de Novembro e seguindo ao seu ponto final, no abrigo que ficava atrás da Catedral de Santo Antonio. O Bonde tinha apenas um de seu percurso demorava em média uma hora.
Neste dia 30 de setembro, Piracicaba (SP) recebia um político de renome nacional, Sr. Ademar Pereira de Barros, que pretendia se eleger para o Congresso Nacional e na Vila Rezende, todos os carros do único ponto taxi estava ocupado. Ônibus, só tinha um, que fazia a Laminação do Dedini ao centro da cidade. O seu itinerário era: Av. Primeiro de Agosto, Av. Rui Barbosa, ponte do Mirante, Av. Armando Salles de Oliveira, Rua XV de Novembro e seguindo ao seu ponto final, no abrigo que ficava atrás da Catedral de Santo Antonio. O Bonde tinha apenas um de seu percurso demorava em média uma hora.
MAIS DETALHES:
Por pouco não nasci dentro de uma oficina de rádio. Já aos oito anos me tornei Rádio Escuta das Rádios: BBC de Londres, Rádio Vatican, Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Aparecida, Rádio Mayrink Veiga, Rádio Mundial, Rádio Excelsior, Rádio Pan-americana, Rádio Record, e Rádio Gaucha de Porto Alegre.
PARTO:
A Comunicação nesta época em Piracicaba, o telefone era precário, menos de mil aparelhos e era de uma empresa que se chamava Companhia Piracicabana de Telefones, a CIPATEL. Médico e particulares poucos tinham o privilégio de ter, pois custava caro. Telefone público, apenas no centro da cidade; então o caso era caminhar a pé, isto é por falta de condução (taxi, ônibus e bonde). Meu pai saiu de sua casa da Av. Barão de Valença, e foi até a Av. Luiz de Queiroz, esquina com a Rua São José. Lá morava a Dona ABC – Antonia Benedita Custódio, uma parteira, habilitada por médicos obstetra da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba. Dona ABC atendeu seu Lazinho e propôs a ajudar no nascimento de Jair de Souza Palma. Meu pai foi até o Largo de São Benedito, fretou uma charrete e lá partiram para deixar o Jair vir ao mundo.
A PREPARAÇÃO DO PARTO
Dona ABC chegou à casa de minha mãe, foi logo pedindo para minha nona ferver um balde água e arrumar alguns panos limpos e de preferência branco. Ela, dona ABC já colocou seu uniforme para o serviço e passando orientações da minha outra avó (eu tinha uma Nona e uma Avó). Já dispensou todos os homens ali presentes (meu pai, minhas duas avós e um tio). (Todos foram para a rua e ficaram nas escadarias da Igreja São Luiz na Av. Lourenço Ducatti), dois quarteirões da minha casa e receberam ordem para retornar depois de ouvir o choro do bebe.
INFÂNCIA:
Minha infância foi nesta casa na Av. Barão de Valença, 394 quase no centro da Vila Rezende, (não existe mais); até aos seis anos de idade. Era vizinho de meu avô, que tinha uma oficina de conserto de rádio, por isso digo que quase nasci dentro de uma oficina de conserto e montagem de rádio. Depois meus pais se mudaram para a Travessa Padre Paiva n. 80 (existe ainda), um sub-bairro chamado São Luiz, numa casa alugada, até conseguir um dinheiro para comprar uma. Surgiu a oportunidade e ele comprou um terreno e construiu na Av. Nhonho Coelho – José de Souza Coelho, 74, num outro sub-bairro denominado de Pitá, porque lá ainda existia a planta cizal e ele foi pioneiro do lugarejo, inclusive abrindo trilhas para chegar ao local. Hoje já é um bairro bem popular e todo povoado, chamado de São Luiz. Depois ele resolveu vender a casa, pois não tinha nem água e nem energia elétrica. O esgoto era em fossa séptica e a água de poço e salubre. Vendido a casa, comprou um terreno e construíram uma na Travessa Padre Paiva, 65, permanecendo ali até sua morte, e eu Jair, até 1976, quando me casei e fui residir na Av. Alexandre Petta, 872, Jardim Monumento.
CASAMENTO:
Casei-me em 18/12/1976 e vivi com minha falecida esposa até 03/12/2010 (34 anos, 11 meses e 15 dias), mas eu a conheci desde 25/05/1974. Com ela tive quatro filhos: Alexandre (1978), Simoni (1980), Sibeli (1982) e Adriano (1984), todos formados em curso superior e apenas o Alexandre que recebeu o vírus do Rádio, pois se tornou engenheiro eletrônico, pois sua curiosidade desde a infância foi me vendo fazer radio amadorismo, montando e desmontando equipamentos eletro-eletrônicos.
MEU CONTATO COM O MICROFONE:
Foi já na infância, quando ia à oficina de rádio de meu avô e lá tinha sua estação de radio amador. Aos seis anos, ele me deixou fazer um QSO com um amigo PY4ENS, o Simões de Itabaiana (BA), o qual me batizou no rádio e foi nesta ocasião que o vírus da radio fusão entrou em minhas veias. Depois já em 1958, quando passei de ano e diplomei na primeira série (quarto ano de grupo), ganhei de meu pai um gravador de rolo, marca Aiwa, que ainda esta nas minhas relíquias. Já aos doze anos, ganhei um radio amador, marca Delta-500 de meu avô e daí prestei exames na LABRE, Liga Brasileira de Radio Emissão e inclusive reinvidiquei o prefixo de meu avô PY-2-JSP, pois já tinha falecido em 1961, e esta reinvidicação, porque JSP na época era as iniciais do nome do concessionário, ou seja, José de Souza Palma, e assim passei a ter o mesmo prefixo PY-2-JSP, com uma ressalva pós o meu nome de Netto. Também meus contatos com rádios e microfones foram em outros momentos que segue mais adiante.
Sempre me interessei por rádios, montagens e conserto, embora exercesse outra profissão não de rádio (locutor ou técnico), mas minhas horas de lazer era o rádio que me acompanhava noite adentro. Hoje, aposentado, formado em rádio-técnico há anos atrás, resolvi fazer o Curso de Radialista-Locução e por isso o motivo de criar este meio de comunicação atual, o Blogger. Sinto-me feliz que estou fazendo, unindo o útil ao agradável, na companhia dos meus rádios de coleção e outros aparelhos também ligados ao meio de comunicação, como toca-discos, toca fitas k7, toca VHS, Electrolux e toca discos, rádios amadores, televisores, telefones, toca CDBs, relógios, vinis, CDs, DVDs, fitas k7, gravadores de rolos, teclados musicais, livros dos mais variados estilos, fitas de VHS, miniaturas de rádios, aparelhos de som, computadores, caixas amplificadas de som, microfones e minhas poeiras e picumã.
RELIGIÃO E RELIGIOSIDADE:
Com o microfone, tive diversas participações em leitor, comentarista, ministério da palavra, celebrações da palavra, de pastorais do batismo, crisma, noivos e encontros de casais e até cheguei a fazer curso de oratória em público.
ATIVIDADES CULTURAIS:
Foi na Escola de Pais do Brasil, secção de Piracicaba, quando éramos (eu e minha falecida esposa) apresentadores dos dez círculos de estudos. Quando fazíamos parte do GT – Grupo de Trabalhos Social e de Eventos, mestres de cerimonial de conclusões de curso e de festas de confraternização dos dias das mães, pais, natal; bem como uma vez ao ano, em São Paulo um evento que reunia todas as Escolas de Pais do Brasil, reunião denominada de Congresso Nacional. Aqui em Piracicaba era Congresso Regional e em ambos Congressos, apresentei trabalhos. Em São Paulo para mais de três mil pessoas e em Piracicaba, cerca de oitocentas durante os dois dias do evento.
ATIVIDADES SOCIAIS:
Tive que empunhar diversas vezes o microfone, quando fiz parte da diretoria do Clube Atlético Piracicabano, como Presidente do Conselho e Diretor Social de Eventos. Também ocorreu situações em que se reunia a minha família em uma Chácara, para confraternizar aniversários e festas de finais de ano, tendo como incumbência a programação do evento, encarregado de equipamentos de sons, cantar e tocar viola. Este tipo de cantar e tocar foi finalizado em 2003, quando ocorreu em mim um AVC, vindo a paralisar minha locução, locomoção e perdas de memória momentânea, bem como paralisia facial e de todo lado esquerdo do meu corpo. Com muito esforço de médicos e fonoaudióloga, medicamentos e esforço de vontade e ajuda de DEUS, recuperei-me em cento e oitenta dias, deixando algumas seqüelas como perda momentânea ou lapsa de memória e perda da sensibilidade de tocar viola e teclado, pondo assim , fim de minha carreira de cantor em dupla sertaneja como Jair da Viola e Mario Altafin e com outro nome como Peito Rôco & Zé Cançado. Minha ultima aparição em publico foi no final de 2002 em Itanhaem (SP), na Colônia de Férias dos Ferroviários, quando ainda minha voz era semelhante ao do Sergio Reis. Hoje a minha voz e totalmente inversa do que era, tem até recebido apelido de Vozeirão e Voz de Trovão, e por isso a minha resolução de fazer um curso de radialista em locução. Mas por favor, não me peça para cantar e nem tocar viola que será uma decepção em não poder atendê-lo.
ATIVIDADES LAZER:
O microfone como laser, deu-se e ainda dá, quando estou em meu rádio amador PY-2-JSP, símbolo que recebi de herança da Labre, pois o mesmo era do meu avô rádio aficionada, pois chamava José de Souza Palma, e o prefixo era expedido pela agência que reguladora, o SCT – Serviços de Correios e Telégrafos, mais tarde transferido para o DENTEL – Departamento de Telecomunicações, e hoje Ministério das Telecomunicações. Então o logotipo que eu utilizo, além de ser uma herança do prefixo de rádio amador, é também do meu nome Jair de Souza Palma, e qualquer outra utilização, é uma mera coincidência.
SERVIÇOS VOLUNTÁRIOS:
Não se trata de microfone, mas comunicação por meio de telefone. Fui voluntário por mais de cinco anos do CVV – Centro de Valorização da Vida, e dava plantão por quatro horas semanal na sede aqui em Piracicaba, atendendo telefone, escutando o desabafo do outro lado da linha e dando saídas para o interlocutor encontrar a melhor forma de resolver seu caso. Cheguei a atender uma pessoa que estava disposta a por fim de sua vida, mas com minhas palavras, a pessoa chegou a pensar e desistiu em praticar aquela maldade contra a sua própria vida. Esta entidade sem fins lucrativos, não pergunta e nem dá o nomes das pessoas, apenas são ouvidos para desabafo, apoios aos que estão com problemas espirituais e emocionais. Tem aqueles que ligavam para rezar juntos com eles, tendo em vista que o CVV não tem opção religiosa. Tudo isso, me levou a fazer cursos de psicologia e teologia.
EVENTOS & FESTAS:
Não nos dias atuais, mas antes do ano 2003 que esta com saúde boa, ainda não tinham sofrido o AVC, eu me apresentava em festas variadas como cantor sertanejo, animador de festa, inclusive fornecendo meus aparatos de som, inclusive meu inseparável amigo, o microfone.
FAMILIA:
Fui casado, 18-12-1976 a 03-12-2010. Hoje viúvo desde 03-12-2010, mas em eventos de todos os tipos e gêneros em matéria de música, instrumento, aparelhagem, era eu que fornecia e a festa rolava no maior clima de alegria e felicidade.
ESCOLA:
Estudei meu primário no Grupo Escolar José Romão, depois fiz o antigo Científico na Escala Estadual Monsenhor Jerônimo Gallo. Depois cursei o ensino técnico para Auxiliar de Escritório, no extinto Colégio Comercial Imaculada Conceição, escola essa da Diocese de Piracicaba, fundada por Dom Aniger Francisco Maria de Menillo, Essas três escolas eram e são da Vila Rezende, por isso que sou bairrista além de ter nascido nela, vivido até hoje nela. Depois cursei o Técnico de Contabilidade no Instituto Educacional O Piracicaba, tendo sido diplomado em Contabilidade. Continuando o mesmo ramo, cursei o ensino superior na UNIMEP, em Economia, Administração e Direito. Cheguei a fazer alguns semestres em Psicologia também, mas não conclui o curso.
Neste meio de tempo, cursei outros cursos quase relacionados a minha área de atuação: No SENAI (desenho técnico Mecânico, com o Prof. Xilmar Ulisses, que alias tinha um programa de Rádio chamado Gosto não se discutir, e neste programa que me fez aproximar de uma garota, que mais tarde se tornou a minha esposa. Também no SENAI, cursei: Segurança do Trabalho, Direção Defensiva, TWI e Régua de cálculos, com o Prof. Margoni. No SESI, os cursos de Jornalismo Empresarial, Segurança e Proteção no Trabalho e Implantação de Orientação Visual na Empresa.
CULTURA:
Como aperfeiçoamento, cursei a Escola de Pais do Brasil, secção de Piracicaba, Etapa I e II, chegando após formado, ministrar cursos, palestras, dirigir grupo de trabalhos, eventos sociais a nível local e nacional.
RADIO:
Fui aprendiz de operador de áudio, na antiga Rádio Avoz Agrícola do Brasil, (ZYR209)dirigida por Carlos Eduardo Cantareli na época e nesta rádio, tive o prazer de conhecer muitos artistas e cantores, como: Tonico e Tinoco, Inezitas Barroso, Valter de Almeida do Circo Irmãos Morenos, depois Circo Irmãos Almeida, Cauby Peixoto, Clovis Bornay, Grande Otelo, Moacir Franco, Jair Rodrigues, Angela Maria, Nelson Gonçalves, e outros que não me vem em memória.
Também estagiei na Rádio Difusora de Piracicaba, (ZYQ-???), na época de Julio Galvão, Ary Pedroso de Camargo e Garcia Netto no setor de esporte. Eu não fazia parte de equipe, mas era rádio-ouvinte no local. Existia uma sala na rádio, que cada voluntário pegava um rádio e ouvia alguns jogos de futebol em andamento naquele dia. A gente era responsável para passar para a técnica, todos os acontecimentos naquele jogo em que fui incumbido a ouvir. Assim era com os demais voluntários, cada um com seu radinho e em jogos diferentes. Nesta rádio, tive o prazer de conhecer, grandes nomes da radiofonia piracicabana, tais como: Rubens Leite do Canto Braga, Rubens Oliveira Bisson, Valdir Pedro Guimarães, Gilberto Barros (hoje apresentador de TV na Rede TV), Orlando Murillo, Roberto Cabrini (Reporte da Globo, que fez as coberturas da caso Menguele, Ulisses Mike, Léo Batista (hoje na TV Globo), o lendário Rubens Lemer de Morais, depois reporte policial, além dos já citados, Julio Galvão, Ary Pedroso de Camargo (que foi deputado estadual). Garcia Netto, além de Rogério Chiarinelli, Benê Marques, Cacilda Cavagioni, Nélio Ferraz de Arruda, que foi Prefeito de Piracicaba, Cecilio Elias Netto que também era proprietário do jornal “O Diário de Piracicaba” e outros como Antonio Carlos Tedeschi e Djansen de Lima, que eram locutores jovens, da época da Jovem Guarda, cabeludo como eu era. Dr. Mauro Pereira Vianna, detentor do Curso de Liderança e Comunicação por mais de 45 anos de existência, Manoel Lopes Alarcon, os cantadores de cururu de Piracicaba, tais como Pedro Chiquito, Parafuso, Nhô Serra, etc.
Na Rádio Educadora de Piracicaba, conheci e participei de seus programas: Moraes Sarmento, Benedito Hilário, Luiz Antonio Cópoli, Mário Luiz Tricta, Walter Silva, Cida Abeb, Moacir Bombo, Valdir Guimarães e Umberto Nassif, este ultimo, um programa inteiro quando me fez uma entrevista no seu Programa : Piracicaba, Histórias & Memórias, que você poder ver através do link => http://www.teleresponde.com.br/jair.htm ou http://jair-terceiro.blogspot.com.br/2008/07/entrevista-piracicaba-histria-e-memria.html
LOCUÇÃO:
Falar em rádio, aconteceu diversas ocasiões:
1) – Alô Bom Dia - Mário Luiz pela Educadora, assunto tratado foi sobre copas do mundo, ano 2006;
2) Valdir Guimarães – Saudades não tem idade. Assunto: sobre colecionismo, no caso foi sobre vinil e coleção de Roberto Carlos;
3) Luiz Antonio Cópoli, Programa da Amizade. Assunto foi um comentário em minha página do Youtube do Papa João Paulo II, recentemente canonizado. O Papa estava pesquisando e achou a minha página que falava sobre santos e santas, no caso de Piracicaba, foi Madre Cecilia (Beata), mas a intenção era sobre Padre Vitor \Coelho de Almeida, fundador da Rádio Aparecida, e eu postei a vida deste padre em minha página, inclusive com áudios dele e que o Titio Luiz faz nos finais de seus programas a Oração a Nossa Senhora Aparecida, oração esta composta pelo Padre Vitor, que esta na lista para ser beatificado e ele (Papa) gostou do jeito de rezar do Titio Luiz e mandou uma mensagem elogiando o mesmo.
4) Moacir Bombo, Programa sertanejo. Assunto foi que ele descobriu a minha coleção de Poemas Sertanejos, declamados por mais de 100 caipiras, e me levou no seu programa de domingo de manhã, para contar a minha história, pois também tinha ligação de parentesco com Rolando Boldrin (a família de minha falecida esposa é Boldrin).
5) Dejansen de Lima, programa Oiiii Boom Dia, fui entrevistado pelo amigo de juventude, sobre o meu relacionamento com Roberto Carlos, época que vinha a Piracicaba, no seu rancho/chácara no bairro de Artemis e neste programa disse da minha amizade sobre o rei da juventude.
COLECIONADOR:
Desde minha infância tenho esta mania de colecionar. Inicialmente foi lápis, chaveiros e miniaturas. Depois já na juventude, flâmulas, moedas (papel e moeda) e cartões postais (por causo do radio amadorismo. Mais tarde foram vinil, fitas K7 e CDs. Depois veio DVDs, hoje pen drive e memo card. Além disso, coleciono Rádios antigos, telefones, aparelhagem de som, relógios, televisores, livros, principalmente ao que se refere de Piracicaba, Biblias Católicas, inclusive uma autografada pelo Santo Padre Papa João Paulo II (ver abaixo), chapéus,
ROBBIE & LAZER:
Meu lazer é a prática do radio amadorismo, leituras, principalmente livros religiosos, uma vez que sou teólogo e preciso estar a par dos acontecimentos que envolve minha igreja católica Apostólica Romana.
OS PORQUES:
Abaixo segue os porquês de minha identidade com a internet:
PALMA NETTO
Devido ser netto de radio amador e ter adquirido o direito de usar o prefixo de meu avô José de Souza Palma, PY-2-JSP. Não tenho neto no meu nome, mas a Labre o considerou por repasse do prefixo de um pioneiro no radioamadorismo no Brasil
JAIR MINISTRO
Trata-se de atividades que tinha em minha comunidade religiosa, como membros de cursos de batismo, crisma, noivos, encontro de casais, ministérios da palavra e celebração da palavra (quase igual a uma missa, excluindo apenas as consagrações), palestrante e ainda quando cursava Teologia para Leigos, na PUC – Pontifícia Universidade Católica de Campinas, etc. Então Jair Ministro devido ao fato de minha ligação com a comunidade religiosa.
JAIR SATURNO
Por esta designação, trata-se tão somente ao radio amador não habilitado para as freqüências na faixa do cidadão, freqüências estas abaixo dos onze metros e superior a esta, uma classe não utilizada no Brasil. Estas freqüências são usuais na Europa, atingindo a faixa de seis metros e quinze metros.
JAIR CAIPIRA
Este designativo, refere-se aos tempos de viola, o meu jeitão de caboclo, o soutaque caipira, arrastando os erres e comendo os esses.
JAIR DA VIOLA
Dos áureos tempos que minha viola gemia e tinia, falando o linguajar caipira. Hoje não sou mais violeiro, devido a problemas ocorridos com um AVC em 2003, tirando a minha agilidade nos dedos e nas mãos, inclusive modificando a minha fala de aguda acentuada, por uma aguda amena, tirando o timbre quase semelhante ao do Sergio Reis.
JAIR CAIPIRACICABANO
Por este designativo, entenda-se que Caipiracicabano, é uma somatória de duas palavras “Caipira” e de “Piracicabano”. Caipira porque nasci em Piracicaba, no bairro da Bimboca e também porque tenho descendência do sangue tupi-guarani. Minha avó paterna era filha de índio (mameluco), com português, daí a origem de Caipíra;
Piracicabano, porque quem nasce em Piracicaba e além do mais, por eu ser um apaixonado por Piracicaba que eu te adoro tanto. Assim nasceu CAIPÍRACICABANO, as vezes chamado em rádio, as vezes em particular.
Muito se tem procurado explicar a chamada “linguagem caipiracicabano” que, no entanto, nada mais é do que a própria linguagem caipira paulista. Todas as teses – de que seria maneira de falar influenciada por migrações norte-americana na região e a italiana – não têm fundamento. O Vale do Tietê Médio – onde se situa Piracicaba – e o Vale do Paraíba mantêm resquícios dessa “cultura caipira” que é muito forte, do “português” arcaico. A própria palavra caipira significa essa “cultura antiga” que ficou à margem dos rios percorridos pelo colonizador e onde se alojava a nação tupi-guarani. “Cá i pira”, em tupi, tem esse significado: “a mata que acompanha o rio”.
É a linguagem com que os indígenas corromperam o “português arcaico”, tanto que quase todos os topônimos são de origem tupi-guarani, Piracicaba incluindo. Basta observar nomes de distritos – como Tupi, Caiubi, Anhumas e outros – e de bairros (Jupiá, Bongue e outros), além de cidades próximas como Capivari, Mombuca, Tietê, Itu, para se atentar para a influência indígena.
Em estudo apresentado à USP, a professora Ada Natal Rodrigues concluiu que houve o encontro de duas etnias – o português arcaico e o tupi -guarani – formando essa linguagem e essa cultura caipiras, o “falar feio e bonito” . Quando o sertanista se tornou sedentário e os filhos passaram a freqüentar colégios, o “falar” passou a ser chique, mas o “sotaque” piracicabano, que Piracicaba assumiu como “caipiracicabano” permaneceu. Onde os sertanistas chegaram, o dialeto ficou: o abrandamento dos “erres” e o arredondamento dos “eles”, o chamado “erre retroflexo” que é pronunciado com a língua retraída para o fundo. O “perarta” no lugar de peralta, o “sarto” no lugar de salto são parte dessa linguagem. Na região de Piracicaba, ao contrário do que muitos julgam, foram os italianos que se influenciaram com a nossa maneira de falar e não o contrário. A noção de que “caipira é feio” vem do “Jeca Tatu” de Monteiro Lobato, muito diferentemente do personagem arguto e brilhante de Cornélio Pires, também caipira, o “Joaquim Bentinho”.
Sobre o tema, e tentando registrar essa linguagem, o editor de A Província publicou diversas edições do “Dicionário do dialeto caipiracicabano”, que têm oferecido subsídios para a reprodução, neste jornal eletrônico, de palavras e expressões que, muitas delas pouco usadas, ficam registradas para fortalecimento da memória.
No livro Arco, Tarco e Verva de Cecilio Elias Neto, esta palavra incorporou já no século XVI, com os nativos da terra do lado além rio, das tribos dos guaranis, que os povoadores acostumavam chamá-los. Este lado refere-se à Vila Rezende, fundada em 1890 pelo Barão de Rezende, Luiz Estevam de Souza Rezende, e a gente que morava além rio, além de ser chamada de “Índios”, também eram “Caipiras”, índios pelos seus primeiros habitantes e caipira pela vinda de pessoas da Itália na agricultura. Misturavam sua língua italiana ou dialetos com o português precário de Piracicaba, daí sair os erres e esses arratado e comigo. Nestas duas junções de palavras, nasceu por volta desta época a palavra Cai-Piracicabano, que me orgulho de ser.
Jair de Souza Palma, com muito orgulho de ser também caboclo, nato.
A imagem abaixo é vídeo.
Meu Filho Alexandrer, com 3 anos de idade, já interessava por Radioamadorismo
Biblia com autografos do Papa João Paulo II, Dom Eduardo Koayk e Mons. Jorge Simão Miguel
Eu sou Jair de Souza Palma
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PAGAMENTOS E MENSALIDADES DO CURSO DE RADIALISTA
Parcela n. 01 - Vencimento 20/04/2014 - Valor R$ 213,92 - Pago em 20/04/2014 - Lotérica Centro-Catedral -CEF - Valor Pago R$ 213,92
Parcela n. 02 - Vencimento 20/05/2014 - Valor R$ 213,92 - Pago em 19/05/2014 - Lotérica VR Rui Barbosa-CEF - Valor Pago R$ 207,50 -(Já com desconto)
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Parabéns Jair! Você tem ondas radiofônicas nas veias! Um grande abraço!
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